Pneus Mitas E7+

ATUALIZADO - MAR/2022

Após viagem a Carretera Austral no Chile

Estou atualizando essa pagina com as minhas impressões sobre o Pneu Mitas E7+ após a minha segunda experiência com o mesmo, fazendo uma viagem de 37 dias e mais de 13 mil km à Carretera Austral no Chile, em fevereiro e março de 2022

Confira a experiência que tive utilizando o Pneu Europeu Mitas E7+

Em primeiro lugar é importante esclarecer que não sou um piloto profissional e nem represento a marca, empresas ou mídias especializadas no assunto, bem como entenda as condições em que os pneus foram utilizados.

Outro ponto importante, não se trata de um teste, mas sim de impressões particulares que obtive com a utilização dos mesmos e feitos sob condições normais de uso, em rodovias pavimentadas e não pavimentadas, rodando no Brasil, Argentina e Chile.

Outro ponto importante, estamos falando sobre o Mitas E7+ ou Plus, portanto não confundir com o modelo Mitas E7 (sem a denominação + ou plus) que possui outro desenho e outras características.

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MOTOCICLETA UTILIZADA

Motocicleta: BMW GSA 1.200 2018

Modelo de pneu utilizado: Mitas E7+ ou Plus

Medidas: Dianteiro: 120/70-19 e Traseiro 170/60-17

Condições de uso: Em viagem, sem garupa, com os três baús mais uma bag cheios, adicionando um peso extra de aproximadamente 40 quilos além do piloto.

Percursos feitos em rodovias pavimentadas e rodovias não pavimentadas, dentro do Brasil, Chile e Argentina, sob condições de calor, frio, tempo seco, chuva e gelo.

Além do veículo acima onde é a base para as minhas impressões pessoais, o mesmo pneu foi utilizado em outras duas motos, sendo a segunda uma BMW igual a minha e a terceira uma Yamaha Super Ténéré 1200, cujas medidas dos pneus são 110 na frente e 150 no traseiro

MitasAudio do texto
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Percursos no Brasil (2020 e 2022)

No Centro Oeste foi utilizado em rodovias pavimentadas sob calor de até 35 graus, sem chuvas, rodovias na maioria com muitas retas e alguns buracos e muitos remendos.

 

No Sudeste sob menor calor, sem chuvas e rodovias pavimentadas com poucas curvas e maior incidência de retas.

 

No Sul onde teve 60% de utilização, foi feito sob temperaturas amenas à muito frio (2 graus), rodovias pavimentadas com muitas curvas em regiões de serras, um pouco de chuva e ventos fortes e estradas não pavimentadas compostas por cascalho, britas, buracos e pedras pontudas.

 

Percursos no Chile e Argentina (2022)

No Chile foi utilizado a partir das regiões centrais, atravessando por asfalto a Cordilheira através do Paso Los Libertadores (Mendoza a Santiago), depois seguindo também por asfalto através da Ruta 5 até o Sul do Chile. Após foi feito todo o percurso da Carretera Autral (Ruta 7), entre Puerto Monte até a  Villa O'Higgins, retornando pela mesma ruta até Puerto Bertrand e em seguida percorrendo toda a Ruta 265 até a cidade de Chile Chico, fronteira com a Argentina. Ao todo, foram 3.130 Km, sendo desses, 1.050 km por estradas sem pavimentação, compostas por rípio, que é um tipo de pedra redonda (parecido com as pedras de areia) as quais são consideradas de alta dificuldade para pilotar, pois impedem que os pneus "tenham grip" junto ao solo. Também percorrido trechos com muitas pedras soltas e pontudas. O clima encontrado nesse trajeto foi na maioria em baixa temperatura, com mínima de 5 graus, tempo seco com sol a nublado e também muitas chuvas tanto nos trechos de asfalto como de rípio.

Na Argentina foi utilizado por 5.827 Km, sendo 100% em estradas pavimentadas, onde a entrada foi pelo Paso Santo Tome, fronteira com São Borja no Brasil, cortando todo o país até a fronteira com o Chile no Paso Los Libertadores (Mendoza a Santiago). Após cumprido a etapa dentro do Chile (conforme descrito acima), entramos novamente na Argentina pelo Paso Jeinemeni, cidade de Los Antiguos, seguindo pela Ruta 40 até San Martins de Los Andes, onde nesse trecho pegamos muitos ventos fortes no sentido lateral e frontal, com velocidade dos mesmos em registro oficial de mais de 60 km/h. Em General Gregório as rajadas chegaram a 70 Km/h. Todo o trajeto dentro da Argentina foi na maioria sem chuvas, com temperaturas que variaram entre 5º a 35º graus.

Impressões

Estética:

Na Maxi Trail casou perfeitamente com a estética da moto, inclusive chamando a atenção de outros motociclistas devido principalmente a largura dos gomos de borracha. Passa a impressão de robustez e que a moto está preparada para qualquer terreno.

Barulho/Ressonância:

É alto entre as faixas de velocidade de 100 a 120km/h. Antes e após disso ele diminui bem o barulho.  No meu caso utilizo um capacete que tem um bom nível de isolamento acústico, assim não tive problemas com relação a essa característica. Apenas se rodasse com a viseira aberta, ai o barulho era muito alto nessa faixa de velocidade. Se você possui um capacete com baixo isolamento acústico poderá se incomodar com o barulho, principalmente em uma viagem longa, tendo "talvez" que usar algum recurso nos ouvidos para diminuir o ruído. Isso é claro, se for um incomodo para você. Para mim não incomoda. Esses itens acabam afetando um pouco do conforto na rodagem.

Comportamento

Aqui precisaremos abrir alguns "parênteses na conversa" e por favor leia com atenção para não tomar decisões ou impressões equivocadas.

O Mitas E7+ ou Plus é diferente do Pneu Mitas E7, o qual possui outro desenho e outro comportamento.

IMPORTANTE: Em 2020 quando os utilizei pela primeira vez, mencionei que era um ótimo pneu e escrevi aqui que voltaria a usa-lo quando as fronteiras fossem abertas e eu pudesse realizar a viagem à Carretera Austral, uma região muito distante e ainda com muitos quilômetros de estradas de chão.

E assim eu fiz agora 2022, onde percorri os mais de 13 mil quilômetros, utilizando o mesmo pneu dianteiro que usei em 2020, ou seja, ele já saiu com mais de 5 mil quilômetros de utilização e aguentou toda a viagem, chegando com sobra de borracha. O traseiro como o desgaste é superior, optei por sair com um novo a partir da cidade de Curitiba onde encontrei um modelo a venda por isso vocês irão perceber nas medições que ambos os pneus tem quilometragens rodadas diferentes. Mas nenhum deles precisou ser trocado no meio da viagem, ambos aguentaram todo o percurso.

Esse pneu se mostrou extremamente versátil e engana-se quem acha que ele não faz curvas. Percorri vários trechos de serras, inclusive da Cordilheira dos Andes, sendo que em algumas curvas usou até a última fileira de gomos laterais do pneu traseiro e em nenhum momento tive algum tipo de susto. Bem da verdade, em nenhum momento senti a moto perder a aderência. Se a pista estiver molhada ele também tem um bom desempenho, mas você precisará obedecer aos limites da via. Fazer curvas no molhado com esse pneu tentando buscar o mesmo nível de performance que um pneu street é no mínimo falta de bom senso. Ele não foi criado para isso.

Nos momentos onde foi necessário impor uma maior velocidade para ultrapassar rapidamente outros veículos, o fiz com muita segurança pois o pneu agarrou firme no asfalto e não demonstrou instabilidade. Não se deve fazer, mas mesmo tirando as duas mãos do guidão a moto manteve o comportamento estável. Vale lembrar que aqui influencia muito as rodas estarem balanceadas e em perfeito estado.

Falando ainda sobre o uso em asfalto com pista molhada, foram vários os momentos em que pegamos muita chuva, inclusive na chegada a Mendoza fomos surpreendidos por uma chuva de pedras que deixou a pista com uma grossa camada de gelo. Nessa ocasião aguardamos primeiro o gelo derreter para depois seguir em frente, mas mesmo assim a pista ficou com muita agua do gelo derretido e muitas pedras que ainda ficaram na pista e não tivemos nenhuma situação de derrapagem.

"Tudo são flores"? Não!

Ainda sobre asfalto, notei um comportamento ruim quando trafegando por rodovias onde a estrada estava com muitos remendos. Aqueles que são feitos apenas jogando piche e pedra por cima dos buracos. Não estou falando que isso é uma característica do pneu, mas na minha moto a mesma apresentava uma "falta de tracionamento" da roda traseira, meio que "pulando" quando a moto passava sobre essas imperfeições. Os gomos mais espaçados de borracha parecem não "casar" bem com esses remendos e deixa a pilotagem estranha e incomoda. Mas não tive riscos de segurança com relação a isso, uma vez que não abuso de velocidade. Fiquei observando o painel para ver se o sinal de controle de tração estava acendendo, mas em nenhum momento isso aconteceu. O que me leva a entender que é algo muito sutil, porem acontece.

Falando em conforto, como disse acima ele é um pneu versátil para todo tipo de terreno, mas devido a característica de construção ele é barulhento sim. Na rodagem em baixíssima velocidade por superfície plana, os gomos largos de borracha transmitem uma pequena "vibração" no guidão. Mas não se assuste, se nunca sentiu isso é porque nunca pilotou uma moto de Enduro ou Motocross onde todo pneu lameiro tem essa característica. Mas após os 40 km/h você não sente mais esse "desconforto" e o rodar volta a fica normal. É somente em baixíssima velocidade.

Nas rodovias de terra ou não pavimentadas ele foi fundamental. Mesmo já tendo vivido uma experiência com esse pneu em 2020, confesso que ainda tinha um receio de sair para uma viagem tão longa e com tantos quilômetros de asfalto pra rodar, com um pneu "lameiro ou borrachudo". Temia que ele fosse se desgastar prematuramente, o que é normal nesse tipo de pneu e acontece com vários de outras marcas. Mas o fato de ter que encarar mais de mil quilômetros de ripio, me fizeram acreditar que seria a melhor escolha e assim fizemos e com certeza foi a melhor decisão.

O rípio é um tipo de terreno muito ruim para motocicletas, por apresentar uma forma "arredondada" (diferente do nosso cascalho brasileiro), ele fica completamente solto debaixo dos pneus e a motocicleta literalmente "samba" o tempo todo, e diferente de uma saída com a traseira que dá para corrigir usando a técnica correta, uma saída de frente é quase sempre tombo na certa. E ter uma pneu como esse ajudou muito a dar estabilidade na moto e também transmitir um pouco mais de confiança na pilotagem.

Não há dúvidas que nas estradas não pavimentadas o despenho dele é superior aos pneus mais lisos, mas é importante ressaltar que pilotar nesse tipo de terreno sofre muita influência da habilidade e experiência do piloto. É engano achar que usar um pneu lameiro vai lhe fazer um "super piloto" de Enduro. Melhora sim a performance mas dependera da sua perícia. Então poderá acontecer de você encontrar pessoas que usaram esse ou outro pneu e disseram que nada resolveu ou melhorou a pilotagem na estrada de chão.

Quanto a frenagem, também não tenho nenhuma observação negativa a fazer. Tanto no asfalto, em curvas, na chuva ou nos terrenos não pavimentados o comportamento foi muito bom. Mas registro mais uma vez que sempre utilizei ele dentro da normalidade e de faixas de velocidade que não me expunham a insegurança. Se não possui experiência com pneus lameiros, é importante saber que esse tipo de pneu com gomos de borracha mais espaçados, costumam perdem a eficiência quando estão em final da vida útil.  Então não abuse e fique atento a isso ok.

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Marca de atrito com o solo na lateral do pneu, mostrando o grau de inclinação utilizado nas curvas.

Durabilidade

Durabilidade não quer dizer segurança. Pneus muito duros tendem a ter menos grip. A própria "Fórmula 1" demonstra isso claramente.  Com toda tecnologia que eles possuem acesso, nunca se conseguiu "um milagre" de ter um pneu que dura muito e ao mesmo tempo ter um alto grip.

Então a "melhor receita" para escolher um pneu para uma viagem muito longa e com características como essas que menciono acima, é buscar o que tenha o melhor equilíbrio entre desgaste e grip/segurança. E nesse ponto esse pneu se mostrou excelente.

MAS ATENÇÃO: Pontos importantes que influenciam muito e fazem toda diferença na durabilidade e são as razões que na maioria das vezes dá uma grande diferença entre os usuários:

  • Modelo da Moto (torque, potencia, maior peso na frente ou atrás, controle de tração, ABS, etc);

  • Tipo de terreno utilizado;

  • Temperatura ambiente e consequentemente a do piso onde roda;

  • Peso de carga;

  • Com ou sem garupa;

  • E é claro, o principal, a forma de condução do motociclista.

Volto a reforçar que o pneu dianteiro analisado já saiu para essa viagem a partir de Goiânia com mais de 5 mil quilômetros usados em 2020, ficou guardado por dois anos e reinstalado para rodar de novo, fazendo mais de 13 mil km na viagem ao Chile  Enquanto o traseiro optei em guardar o anterior e sair com um novo a partir da cidade de Curitiba onde encontrei o pneu, ou seja, o traseiro rodou menos, por isso que eles aparecem na planilha com quilometragens diferentes.

Entenda o Cálculo Matemático feito para Analisar a Durabilidade dos Pneus

 

Conforme quadro abaixo, com o uso de um Paquímetro Digital realizei medições em 4 pontos diferentes de cada pneu, obtendo uma média final de altura dos gomos de borracha. Esse tipo de medição é muito importante, porque mesmo novos os pneus não são perfeitos na altura dos gomos e existem pequenas variações. Depois de usados essa diferença tende a ser ainda maior porque o desgaste pode ocorrer de forma irregular devido a uma possível frenagem ou aceleração mais forte, provocando arrasto do pneu em terreno abrasivo.

As medições também foram feitas no centro do pneu onde há o maior desgaste e o que foi medido é a altura dos gomos comparados com a base do pneu. A primeira medição quando novos e a segunda após o retorno da viagem.

Previsão de Durabilidade: Importante ressaltar que essa previsão é feita sob um cálculo matemático simples, ou seja, se até o momento da medição o desgaste foi de "X%", a lógica é que ele dure até "X KM". Desde é claro, que você continue a utiliza-lo sob as mesmas condições climáticas, de velocidade, terrenos, frenagem, peso, etc, bem como os pneus mencionados não tragam de fábrica uma característica que mudem o seu desgaste conforme vai sendo consumido a borracha.  Isso acontece em pneus construídos com várias camadas de compostos diferentes. Tem pneus com características de consumirem mais borracha no início e outros no final. 

Por isso esse cálculo é apenas uma referência e não uma certeza que assim irá acontecer.

Por esse raciocínio você já pode perceber o porquê dá tanta confusão nos debates em Redes Sociais sobre durabilidade e qualidade dos pneus.

A opinião de um é quase sempre diferente do outro, pois os fatores e condições que cada um pilota influenciam muito no resultado final. 

IMPORTANTE: Observe que no final da tabela você ira encontrar duas Previsões de Durabilidade, sendo a primeira com base apenas na altura dos gomos de borracha medidos entre os sulcos e a segunda é a previsão já descontado o TWI (1mm) que corresponde a margem de segurança para uso dos pneus, segundo o fabricante e as normas definidas pelos órgãos reguladores.

Medições

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Conclusões

Minhas conclusões particulares são:

É um pneu misto que vai bem em todas as situações, exigido sim que respeite as características de um pneu lameiro ou borrachudo, ou seja, não abusando em curvas de pista molhada e faça uma condução que poupe os pneus em viagens mais longas. Se mostrou uma escolha acertada para uma viagem como essa acima mencionada onde tivemos milhares de quilômetros de asfalto, mas também uma grande quantidade de estradas sem pavimentação, não sendo necessário fazer troca ao longo de mais de 13 mil quilômetros e ainda chegou com muita borracha e folego para continuar rodando. É o pneu que eu escolheria novamente para fazer uma aventura semelhante.

Mas é a melhor escolha para todos os tipos de situação? Na minha opinião não, a menos que você queira ter sempre uma moto com imagem de "preparada para todo terreno".

Compraria ele para fazer uma viagem ao Ushuaia? NÃO utilizaria, porque hoje a parte de rípio é tão pequena frente a grande quantidade de quilometragem em asfalto, que não justificaria o seu uso e seu custo, uma vez que uma viagem como essa exige um pneu que proporcione mais conforto (menos barulho) e tenha maior estabilidade em pistas molhadas.

Uma viagem combinada entre Carretera e Ushuaia seria uma boa opção? Entendo que nesse caso SIM, mas precisa ter uma condução muito cuidadosa, sem exagerar no torque e nas frenagens para que ele possa durar toda a viagem.

Usaria ele para uma viagem ao Atacama ou ao Peru? Entendo que NÃO, porque para esses lugares os principais trajetos são todos por estradas asfaltadas.  Então não justificaria. A menos que você opte por um percurso alternativo por estradas de chão, ai justificaria.

Custo Beneficio: É um pneu de custo superior aos tradicionais que equipam as motocicletas e também de difícil localização para compra. Como é um pneu importado, sofre as variações do dólar.

Então seria mais um ponto a ser considerado. Porem observe que a durabilidade do dianteiro se mostrou muito alta nesse modelo de moto que utilizo. Considerando o fato que não seria necessário substituir os dois a cada troca do pneu traseiro, o alto custo se dilui ao longo tempo e o custo beneficio se torna interessante se você for rodar sempre com ele.

Concluindo, para você medir o custo beneficio desse modelo de pneu, não se prenda apenas ao preço, mas principalmente no tipo de uso que você dará a ele.

Em resumo, para o meu tipo de uso onde 95% do tempo são em estradas asfaltadas, não seria a primeira opção, muito menos para o uso diário onde faço pequenos passeios ou viagens mais curtas, na sua maioria por estradas asfaltadas. Mas até que me apresentem outro, será a minha escolha para aventuras onde há terrenos com e sem pavimentação asfáltica.

É um pneu lindo, de excelente qualidade, deixa a moto imponente e teoricamente pronta para qualquer tipo de terreno. Porem há um custo nisso, tanto no preço quanto ao que você deixa de desfrutar na sua moto rodando com um pneu street, como conforto de rodagem, menos barulho, possibilidade de condução mais agressiva nas curvas. Mas que fique claro nessas observações que isso não é defeito do pneu, são características devido a construção e o propósito do mesmo.

Mas se você busca um pneu com essas características e não se importa com os pontos que abordei acima, sem sombra de duvida poderá aplica-lo no uso diário.

Então é isso, espero ter contribuído para sua analise e mais uma vez reforço que as impressões acima são pessoais, utilizando a motocicleta de forma comum, por um usuário também comum, não sendo aplicada nenhuma metodologia técnica ou cientifica para fins de testes.

Um grande abraço.

Alcioni Marcio Fritz

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